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domingo, 9 de junho de 2013

Motivo de Ausência

Mil desculpas a todas as minhas leitoras por esta ausência tão prolongada, tanto no PurEssence como na blogosfera em sim, mas tive um motivo muito forte para tal, que passarei a explicar de seguida. 


No dia 22 de Maio tive a triste notícia de que a Mia, uma gatinha que fora acarinhada por mim à cerca de dois anos (até falei dela aqui), tinha morrido atropelada no dia 20 de Maio, deixando para trás uma ninhada de 5 gatinhos com pouco mais de duas semanas. Eu adoptei a Mia em Viseu, mas não podia levá-la para Potimão, por isso, acabou por ficar aos cuidados de um casal, que na altura se afeiçou muito a ela. No entanto, era um animal que era mantido na rua. Eu achava a Mia uma gata lindíssima, tinha uma pelagem preta, mas ao sol ficava com reflexos fogo. O nome foi derivado ao facto de miar muito. 


Assim que soube dos bebés pedi para os ver. Estavam escondidos dentro de um balde perto da porta de casa do casal e muito mal cuidados. Ver os bebés mexeu muito comigo e senti que era minha obrigação tomar conta deles, era uma responsabilidade que tinha de acarretar, talvez por serem filhos da Mia, que tão especial era para mim. De alguma forma queria fazer algo por ela, visto que não tive oportunidade de me despedir e a única forma era ajudando os seus bebés a viver. O casal andava a dar-lhes leite de vaca, que tão mal lhes faz, derivado à lactose que possui, por isso dirigi-me logo a uma clínica veterinária e comprei leite apropriado e de qualidade. Os gatinhos também estavam infectados com Coriza, mas depressa arranjei antibiótico para os tratar. Os primeiros tempos foram muito difíceis, pois tinha de me deslocar várias vezes ao dia até casa da senhora para tratar deles. Ainda andei nisto durante uma semana, até que um deles morreu e outros começaram a dar sinais de extrema fraqueza. Tinha de fazer algo e a única solução era levá-los para minha casa. Falei com a minha senhoria, mas era uma situação complicada, visto que na casa onde estou, na altura, tinhamos uma gata com uma ninhada de 3 gatinhos com cerca de mês e meio e não poderia haver qualquer tipo de contacto. Acabámos por chegar a um acordo e os gatinhos da Mia ficaram fechados na casa do gás. Pensei que eles estando perto tudo seria mais fácil, mas não poderia estar tão enganada. Foi realmente muito difícil e cansativo estar quase 24h com eles e conseguir fazer de mãe a tempo inteiro. Foram dias a fio dedicados aos bebés e noites muito mal dormidas. Ao segundo dia, outro dos bebés acabou por morrer, estava muito fraco e recusava-se a beber o leite. Nada consegui fazer por ele. Restaram três. As coisas acabaram por acalmar um pouco, mas o meu tempo continuou apenas direccionado para eles, não podia sequer sair de casa, porque em poucas horas eles começavam num choramingo infernal. Estava com três gatinhos, dois deles bastante fracos, pois recusavam beber a quantidade de leite necessária. Um deles ainda esteve à beira da morte, mas consegui que voltasse a si. Aparentemente parecia ter melhorado e estar bem, mas acabou por morrer dois dias depois. Fiquei extremamente abalada e sem perceber o porquê da sua morte, mas restavam dois e tive de dar tudo por tudo para os manter vivos. As coisas ficaram feias, quando fiquei doente e até tive de cama, mas felizmente consegui fazer o esforço para estar com eles. Desde então que ainda estou doente e sem saber o que tenho, mas consigo levar a minha vida normalmente e ser uma mamã adoptiva dedicada. Entretanto a ninhada cá de casa foi embora e consegui que a gata adoptasse os meus bebés. A partir daí os gatinhos melhoraram considerávelmente.


Consegui salvar dois dos bebés da Mia e, neste momento, estão bastante saudáveis, mas ainda a fazer tratamento da Coriza. Acabei por ter de os levar ao veterinário e, apesar da grande despesa, sei que estão bem e isso é o mais importante para mim. Sinto-me uma mamã muito babada e feliz por ter "criado" estas duas doçuras. Eles estão para adopção, mas não resisti a dar-lhes nome. A Sakura (flor de cerejeira) é a fêmea (à direita), um doce de menina, muito calma e passiva, brincalhona e mimada. Já o Yoshi (boa sorte, alegria) é um autêntico macho (à esquerda), muito brincalhão, aventureiro e destemido. Adora morder e trepar pelas pernas da mamã, principalmente quando quer comer ou procura um sítio confortável para dormir. É difícil para mim ter de dar estes gatinhos, pois estou muito afeiçoada a eles, mas já tenho uma gatinha e nem os meus pais querem mais animais. Se alguém estiver interessado em adoptar um deles, que entre em contacto comigo para o email do blog.

E pronto, já sabem o motivo da minha ausência e peço desculpa, mas era mesmo impossível para mim ter tempo para o blog. Este mês ainda vai continuar parado, pois só entregarei os gatinhos a partir de dia 28. Mas vou tentar lançar alguns posts e um sorteio de aniversário do blog no dia 14 de Junho.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Em memória do meu melhor amigo

Bobby (10.02.1997 a  09.06.2012)

Já se passou um pouco mais de uma semana, mas só agora tive coragem de falar sobre ele. Ainda se sente o vazio na casa, o ambiente continua triste, ainda tento imaginar que ele ainda aqui está, enganando-me a mim própria, evitando que o meu coração se derreta em lágrimas sem fim. Um dia terei de aceitar... o que mais custa é não ter estado presente, não poder tocar nele uma última vez, despedir-me e dizer o quanto gostava dele e o quanto foi importante para mim a sua presença todos estes anos... morreu três dias antes do meu regresso a Portugal. É egoísta da minha parte não aceitar que tenha partido tão pouco tempo antes de eu regressar, mas é tão difícil te-lo perdido assim. Eu sei que foi o melhor e sei que ele agora está bem. A sua visão e audição cada vez definhavam mais, já não reconhecia nada, nem ninguém e todo esse stress de não perceber o que estava à sua volta fazia com que se tornasse agressivo e mordesse todos aqueles que lhe queriam bem. Era muito doloroso, não o sentir os seus dentes na minha pele, mas a situação em que ele estava.

Foi o meu primeiro cão e nunca vou esquecer cada momento que passamos juntos, os bons e os maus. Era um rafeiro desconfiado, rezingão, teimoso e mimado, mas era o meu melhor amigo, gostava mais dele que de qualquer outra pessoa. Será sempre o meu cão e sempre irá fazer falta... 

domingo, 8 de abril de 2012

Adeus Ikiru...

Ikiru (28.12.10 a 07.04.12)
 ... pela primeira vez senti como a morte pode ocorrer por mera saudade.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Um adeus doloroso. . .


Apesar de não ser meu, tratei deste animal desde bebé, e fui eu mesma que o baptizei com o nome "Caramelo". Criei uma relação muito forte com ele e lembro-me bem das horas que passávamos a brincar e da forma como ele corria por entre as ervas altas, era o passatempo preferido dele. Assim que me via dirigia-se logo para o descampado onde brincávamos e esperava ansiosamente por mim, escondido entre as ervas. Ainda foi algum o dinheiro que gastei com alimentação para ele. Gostava muito dele e era-mos bons amigos! Quando adoeceu ninguém foi capaz de ter a iniciativa de pegar nele e levá-lo ao veterinário, enquanto o viam cada dia a definhar mais e mais. Durante uma semana andou com corrimentos nasais, sangue e ranho purulento (pensaram ter sido uma pancada), deixou de comer, começou a emagrecer mais e mais, ficou pele e osso, desidratado, sem que ninguém fizesse nada. Assim que me contaram corri a ver o animal, fiquei com o coração nas mãos ao ver o estado em que se encontrava e extremamente irritada por só ser informada uma semana depois. Estava disposta a levá-lo ao veterinário, por mais dinheiro que tivesse que sair do meu bolso, mas ele havia de ficar bem. Não ia deixar que morresse por incompetência e despreocupação das pessoas. Era domingo, decidi esperar pela manhã seguinte. Fiz-lhe uma papa e tentei que comesse, teve de ser com seringa. Aninhou-se no meu colo e acariciei-o durante quase uma hora, há muito tempo que não estávamos assim os dois (a falta de tempo irrita-me). Mantive sempre a esperança que ele havia de ficar bom... 
No dia seguinte ele estava bem pior, já mal se aguentava em pé e tombava constantemente. Nem pensei duas vezes e levei o animal para o veterinário... leucemia felina! Uma doença contagiosa a outros animais, sem cura, o tratamento apenas lhe daria mais uns anos de vida. Ele iria ficar bom com os antibióticos, mas provavelmente iria ter recaídas ao longo da vida e nessas situações teria de ser assistido, não poderia manter contacto algum com outros animais, precisava de uma casa sem poder sair à rua e de um dono atento. Deram-me duas opções: tratamento ou eutanásia. Perante as condições e as pessoas (supostos donos) que nem iniciativa tiveram para o tratar, que preferiam que morresse por ele, como poderia eu avançar para um tratamento? Vou embora dentro de duas semanas, se não fosse eu a tratar dele quem mais iria? Se eu não tivesse dois animais em Portimão, eu ficaria com ele e faria todos os tratamentos que fossem preciso. Mas que podia eu fazer perante tais condições? Esta foi das decisões mais difíceis e dolorosas da minha vida e nunca me senti tão mal em ter de acabar com a vida de um animal tão novo e tão importante para mim... estou completamente destroçada por dentro! Se eu o decidisse tratar e se mais tarde ele tivesse uma recaída e ninguém o assistisse, ele iria sofrer muito e ter uma morte demasiado dolorosa. Achei que fosse o melhor. Mas ainda conseguiram culpar-me pela minha decisão, pessoas que nem um cêntimo foram capazes de dar para tratar do animal e o ficaram a ver a definhar dia após dia. É muito injusto! E sabem lá a dor que foi para mim ter de tomar tal decisão...e sabem lá o quanto triste me sinto pelo amigo que perdi... 

Desculpem o desabafo... não costumo ser destas coisas, mas isto está a ser demasiado difícil de assimilar para mim, nunca pensei ter de tomar uma decisão destas.
 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Parabéns Ikiru!!

 

Desde que tive o meu primeiro hamster, com o qual tive uma relação muito especial e me durou quatro anos, ganhei um gosto e carinho especial por estes bichinhos e já não vejo a minha vida sem um. Este já é o quinto e tal como o primeiro trata-se de um Sírio Dourado. Pessoalmente tenho preferência por hamsters sírios, apesar de já ter tido um Anão RussoBem, parece que foi ainda ontem que o comprei, como o tempo passa! Mas ele hoje já faz um aninho :D E que menino lindo que se tornou!

Quando o comprei era apenas um bebé de duas semanas que ainda chamava pela mãe. Como me apercebi que fora desmamado muito cedo e ainda por cima vinha constipado, cheguei a pensar que ele não fosse resistir, daí lhe ter dado o nome japonês de Ikiru, que em português significa "viver". Além disso, sempre foi muito medroso e desconfiado e não conseguia tocar-lhe sem levar uma trinca, cheguei mesmo a arrepender-me de o ter comprado, não só por estar doente mas também porque era muito mau (os meus outros sempre foram mansinhos de pequeninos), e cheguei mesmo a achar que nunca iria conseguir amansa-lo. Bom, o facto é que este menino se tornou um hamster lindo, saudável e feliz e com o tempo foi afeiçoando-se e hoje é um amigo bastante dado e carinhoso. Geralmente acompanha-me sempre nas minhas deslocadas entre Portimão e Viseu e é uma das minhas companhias constantes. 

Este pequenino num ano ganhou uns quantos vícios: papel higiénico, rolos e caixas de ovos (acho que dá para ver nas fotos) xD É um vício para ele roer estas coisas, adora estar entretido assim, depois leva os pedacinhos todos para dentro da casinha. Gosta tanto que chegou ao ponto de aprender a pedir quando não os tem na gaiola. É verdade! Vai para o canto da gaiola que esteja mais perto de mim (isto porque são três gaiolas unidas por tubos, uma para dormir, outra com alimentação e wc e outra para os brinquedos) e faz barulho até que eu vá ter com ele e lhe dê o que ele quer. Assim que lhe dou o brinquedo, satisfaz o vício e volta para o ninho, sem fazer mais barulho. Se não for por isso, é porque quer comida ou uma guloseima :p

Não é lindo? O que acham do meu bichinho?

domingo, 19 de junho de 2011

Aproveitar o sol para...

... dar uma banhoca ao Rock! :D

Pois é, hoje decidi dar banho ao Rock, coisa que não é nada fácil, isto porque o meu amiguinho tem medo de água. Conseguem imaginar? Se ele não estivesse preso andava eu de mangueira na mão atrás dele. E mesmo estando preso, o banho nunca é só a um mas sim a dois... as minhas roupinhas ficaram todas molhadas, o que vale é que estava muito calor.

Aqui ficam umas fotos do menino depois do banho...



Da primeira vez que lhe dei banho, foi na minha casa de banho (quando ainda não sabia que ele tinha medo de água). Foi o caos total, o cão a sair da banheira, água e pêlo por todo o lado, cortinas tudo para o chão... enfim! A solução foi eu meter-me na banheira com ele, e claro levei um grande banho -.-'

Mas apesar de tudo é sempre uma grande diversão estes momentos com ele :)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Bem-estar acrescido com . . .

... MIMINHOS!!! :D 

Se há algo que me faz sentir bem e feliz é a companhia de um animal. Como estou longe de casa não posso estar com os meus meninos, mas aqui em Viseu (onde estudo) fiz uns amiguinhos muito especiais e que preenchem os meus dias de bons momentos e muito carinho.


O Rock é um husky siberiano do qual tomo conta há cerca de dois anos. É sem dúvida um grande amigo! O Caramelo é um gatinho que conheci faz um ano. Foi encontrado abandonado e eu ofereci-me para tomar conta dele. Ultimamente tornou-se muito teimoso e ciumento, quer os miminhos só para ele xD


O Niko e a Mia. Este casalinho tem alguns meses (não sei ao certo quantos). Infelizmente ainda há pessoas que acolhem os animais quando bebés apenas por serem bonitos e graciosos e depois quando crescem é como se perdessem a graça e acabam por abandoná-los. Eu presenciei a situação e acabei por adoptá-los aos dois (eles são irmãos inseparáveis). Havia um terceiro mas encontrei-o envenenado. Estes dois são sem dúvida um mimo... 


O meu querido Ikiru! Este é um amigo que me acompanha sempre nas minhas deslocadas (Casa-Viseu). O meu parceiro inseparável. Está com sete mesinhos, é um guloso e muito desconfiado.

Os animais são sem dúvida a minha vida e a minha maior alegria. Todos estes amiguinhos fazem parte de mim de uma forma muito especial e contribuem, cada um deles com a sua própria personalidade, para o meu bem-estar e muito me fazem sorrir :)